Escrito por admin em 27 Agosto 2009
Até à pouco tempo quem queria colocar algum elemento animado num site com por exemplo, imagens com “fade”, rotação de imagens, menus animados, etc., teria que desenvolver esse elemento com Flash ou Shockwave. O conteúdo em Flash tem algumas desvantagens tais como alterar/acrescentar conteúdo, os motores de busca não indexam o conteúdo todo, etc.. Agora existem algumas bibliotecas de javascript – Frameworks, como o jQuery e Mootools que nos permite facilmente desenvolver e utilizar vários efeitos à lá Flash.
O jQuery e os seus vários plugins/extensões vão desde efeitos visuais até controle de dados via ajax. Ao utilizar o jQuery também diminuÃmos a incompatibilidade das páginas/sites entre os diferentes browsers.
O jQuery é relativamente fácil de utilizar e implementar com os temas de wordpress mesmo para os não programadores. No site www.bennadel.com têm um video, em inglês, que explora as potencialidades de usar-mos o jQuery no nossos sites. O vÃdeo está dividido em 26 capÃtulos que vão desde o mais básico até utilizar ajax e como aumentar as capacidades do jquery por extensões.
Escrito por admin em 2 Junho 2008
O site esteve vários dias indisponÃvel em virtude de uma explosão/incêndio num transformador de corrente no Datacenter da empresa de hospedagem The Planet situada nos EUA.
Não sei se nós próximos haverá mais alguns tempos de indisponibilidade mas é tempo de fazer mais uma cópia de segurança não vá o diabo tece-las…
Escrito por admin em 5 Fevereiro 2008
Já aqui escrevi sobre a personalização das hiperligações permanentes em WordPress. Por defeito a instalação do WordPress utiliza a seguinte estrutura: http://www.iliquido.com/?p=123. Muitos experts advogam que se deve alterar para algo do género http://www.iliquido.com/2008/instalei-o-wordpress-e-agora/, é de mais fácil percepção e de melhor indexação pelos serviços de pesquisa como o Google.
Encontrei este artigo do Jeffro2pt0 no site Weblog Tools Collection mais elaborado onde explica as várias opções que existe para configurar as hiperligações permanentes. Não se esqueçam de ler os comentários a este artigo que valem o tempo perdido. Em contraponto à personalização temos este outro artigo do Thulefoth, em que o autor Ted Clayton fala das vantagens em não alterar as hiperligações.
Escrito por admin em 29 Janeiro 2008
Todos os sites estão alojado em servidores web, que são computadores com software especializado que distribui o conteúdo a pedido. Cada servidor web tem associado um endereço IP, endereço numérico único, mais nenhum computador ligado à Internet poderá ter esse endereço. Os sites são geralmente associados com os seus nomes de domÃnios, como por exemplo, “iliquido.com” ou “google.pt”, que são mais fáceis de recordar que os endereços numéricos do IP. Desde a versão 1.1 do HTTP que é possÃvel alojar vários sites no mesmo IP.
Em 2003 verificou-se que 87% dos domÃnios tinham um IP partilhado(o mesmo servidor web) com um ou mais domÃnios. Mais de 2/3 partilhava o mesmo servidor web com 50 ou mais domÃnios. Podemos afirmar simplesmente que a maioria dos sites partilha o alojamento com outros sites.
A ferramenta verifica qual o IP do site de pesquisa e verifica em algumas base de dados quais são os sites com o mesmo IP. Os dados apresentados poderão não estar completos.
Poderá haver implicações em termos de ranking do site nas pesquisas do Google, Yahoo ou outro? Simplesmente, sim. Porquê? O Google/Yahoo ou outros atribui um melhor ranking/posição nas pesquisas quanto maior for as ligações externas para o site. Se verificarem que existe um número muito grande de ligações(links) do mesmo IP isto poderá indicar uma possÃvel fraude e o site poderá ser penalizado nas pesquisas e no PageRank do Google.
Se quiser saber quais são os domÃnios que partilham o mesmo IP, ou seja, quais os que estão alojados no mesmo servidor pode verificar no seguinte site: Reverse IP Domain Check.
Escrito por admin em 23 Janeiro 2008
Segundo o Google Analytics, algumas das visitas ao site foi em busca de informação em como se instala um sistema WordPress localmente no PC. Umas das vantagens em instalar localmente é o de podemos testar vários detalhes(por exemplo temas) do site e do wordpress sem conhecimento de terceiros. Os passos são “praticamente” os mesmos que falei anteriormente, o problema reside que o sistema operativo pode não ter as ferramentas necessárias instaladas.
Os requisitos em termos de software necessário são:
PHP 4.3 ou outra versão superior MySQL 4.0 ou outra versão superior, Apache or Litespeed(qualquer versão)
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